BLU-RAY

Livraria Saraiva
Fnac

Livraria Cultura
DVD World
Distribuidora Nordeste
Submarino

DVD

Livraria Saraiva
Fnac

Livraria Cultura

DVD World
Distribuidora Nordeste
Submarino

Quem perdeu nos cinemas, vai poder conferir o DVD do filme “Chico Xavier”, distribuição da Sony, a partir de 28/Julho, nas locadoras e lojas.
“Baseado no livro As Vidas de Chico Xavier, do jornalista Marcel Souto Maior. O filme descreve a trajetória de Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos ele foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.”
O DVD vem com muitos extras, tais como: Making Of, Comentários do Diretor e Equipe, Narração da Sinopse e Descrição dos Principais Personagens. O filme vem legendado em Português, Inglês, Espanhol e Francês.
O filme de Daniel Filho conseguiu traduzir em 125 minutos a essência da humanidade de Francisco Cândido Xavier, um ser humano singular que todo brasileiro pode se orgulhar de ser seu compatriota.

Fonte: O Povo

A Sony informou hoje ao nosso site que até o final desta semana dará inicio a venda antecipada do DVD e Blu-ray do filme Chico Xavier. O DVD terá legendas em inglês, francês, espanhol, português e narrativa para cegos. Fará parte também do DVD a versão integral do making of e comentários de Daniel Filho e Marcel Souto Maior. O Blu-ray alem disso tudo terá frases de Chico Xavier lidas pelo elenco e equipe e making of dos efeitos especiais. Tem um espitito amigo aqui, agora também para você assistir em casa.

Liderado pelo sucesso de Chico Xavier (Downtown/Sony), o cinema nacional já acumulou o total de 6,1 milhões de espectadores em 2010. Há seis semanas em cartaz, o filme de Daniel Filho já arrecadou R$ 28,1 milhões, e encabeça, à frente de Lula, o filho do Brasil (Downtown/ Europa) e Xuxa e o mistério de Feiurinha (PlayArte), a lista das maiores bilheterias de filmes nacionais do ano.

Além de Xuxa, mais dois filmes voltados para o público jovem ultrapassaram a marca de R$ 1,5 milhão e figuram hoje entre os cinco maiores sucessos nacionais do ano: High School Musical – O desafio, da Disney, e As melhores coisas do mundo (Warner), de Laís Bodanzky.

Em 2009, que teve o blockbuster Se eu fosse você 2 (Fox), o cinema nacional fechou o ano com público de 15,9 milhões e renda de R$ 131,4 milhões, com market share de 14,2%. Até o final de abril, o público dos filmes nacionais recuou em mais de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas ainda há espaço para recuperação, uma vez que muitas apostas estão programadas para o segundo semestre, como a comédia O bem amado (Disney), o filme espírita Nosso lar (Fox), Tropa de elite 2 (Zazen), e Aparecida, padroeira do Brasil (Paramount), entre outros.

Fonte: Filme B, por Tiago Lyra

Imagem de Amostra do You Tube
Os atores Tony Ramos e ChristianeTorloni, que interpretam o casal Orlando e Gloria em Chico Xavier, agradecem aos milhões de espectadores que foram assistir ao filme no cinema.

Após cinco semanas nos cinemas brasileiros, Chico Xavier já foi assistido por cerca de 2.815.000 pessoas. O filme de Daniel Filho já arrecadou mais de 25 milhões de reais com o sucesso nas bilheterias.

Por Lauro Jardim
Fonte: Veja | Radar on-line

Neste domingo (25), às 22h, Ângelo Antônio e Nelson Xavier participam do “Marília Gabriela Entrevista”. Ambos atuam no filme “Chico Xavier”, lançado no início de abril e já recordista de público: mais de um milhão e 300 mil espectadores assistiram ao longa nos dez primeiros dias de exibição. Ângelo Antônio interpreta o médium na juventude e Nelson Xavier, no período maduro.

Dirigido por Daniel Filho, o filme foi baseado no livro “As Vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior. A entrevista inicia com Nelson Xavier comentando que interpretar o médium, este mineiro de Uberaba que sempre pautou sua vida no amor ao próximo, mudou definitivamente a sua vida. “Quando recebi o livro há seis anos, com uma linda dedicatória do Marcel, biógrafo de Chico Xavier, fiquei ‘tomado’. Ao longo da minha vida, meus amigos sempre falavam que eu era parecido com ele, e na verdade eu não gostava”, conta Nelson. E continua: “Durante as filmagens, ver os objetos dele me emocionava muito, eu chorava muito. Foi uma emoção forte”.

Nelson diz que o ofício de ator não é o mais importante em sua vida, surpreendendo Gabi. “Na verdade, eu queria ser diretor, cineasta. A vida me levou para a EAD – Escola de Arte Dramática – e estou aqui”. Marília então questiona o que significa ser ator pra Nelson. Ele faz uma pausa para refletir e responde: “Sem querer ser nostálgico, ser ator na minha época era querer salvar o mundo. Aquele cara que procurava a verdade”, define.
Nelson Xavier revela que tem como hobby escrever poesias. “É um bom contraponto ao trabalho visceral do ator”, diz. Ao ser perguntado sobre sua visão deste momento do cinema nacional, Nelson compara: “Lá se vão quase 50 anos do Cinema Novo. Acho que Paulínia [o Festival de Cinema] é a prova de que o cinema nacional está se estruturando. Agora a gente tem equipes profissionais por trás das câmeras, gente formada em cinema”, argumenta Nelson.

Logo no início de sua entrevista, Ângelo conta sobre suas primeiras vivências envolvendo o espiritismo: “Quando eu era pequeno tinha medo dessas coisas de espírito. Me dava arrepios, um medo de criança. Quando comecei a tomar contato com a história do Chico, percebi que ia recuperar aquelas sensações deixadas lá na infância”. Gabi pergunta se algo sobrenatural aconteceu durante as filmagens do filme. O ator narra um acontecimento marcante: “Já estava filmando em Uberaba e fui passear numa cachoeira que me disseram ser muito bonita. Chegando lá, sentei numa pedra e comecei a ter uma sensação estranha. Era a presença de uma menina que estava bem ao meu lado. A sensação foi ficando mais forte! Logo depois uma senhora veio perto de mim e eu perguntei: ‘estou com um pressentimento que existe uma criança aqui’. E ela me falou: ‘Há algum tempo, uma garota se matou aqui neste mesmo lugar! Fiquei tão impressionado que à noite não conseguia dormir, fiquei muito assustado. Tive que dormir com a luz acesa”.
Ângelo Antônio coleciona histórias impressionantes, depois de sua vivência em “Chico Xavier”. Certo dia, em Curvelo, sua cidade natal, com sua mãe, viveu uma experiência única: “Peguei um pedaço de papel e comecei a escrever, deixei o fluxo da minha mente fluir… Fui escrevendo coisas. Neste momento chega em casa uma tia e pergunta se nós conhecíamos algum remédio para os males do intestino. Quando olhamos no papel que eu havia acabado de escrever, tinha uma receita com sementes de mamão que é uma velha receita mineira para o intestino”. Gabi pergunta se ele acha que a receita foi psicografada e ele responde: “Chamo isso de sincronicidade”, responde emocionado o ator.

Frase de Nelson Xavier:

“Procure sempre mostrar para todos a alegria, porque é a única coisa que você pode dar de graça”.

Frase de Ângelo Antônio:

“Não importa de que maneira você veja a face da verdade, contanto que a veja”.

Fonte: GNT


Por Antônio Carlos Miguel
RIO – “Mas eu nada tenho a ver com espiritismo, a única religião que tenho é a música”, assim retrucou Egberto Gismonti ao receber o convite de Daniel Filho para escrever a trilha sonora de “Chico Xavier”. Para fazer o compositor mudar de ideia, o diretor do filme brasileiro de maior bilheteria este ano – após sua terceira semana de exibição já ultrapassa 2 milhões de espectadores – usou de um argumento pinçado de uma conversa anterior entre os dois na qual Gismonti relatara a forma como escrevia nas suas partituras em fichários.
- Daniel fez um paralelo entre minha maneira de trabalhar, passando para o papel as ideias musicais que brotam de algum lugar, e a psicografia. – conta, em seu apartamento no Jardim Botânico, o músico, que, vencido o travo inicial, mergulhou com prazer nesta que já é a sua 29ª trilha sonora, depois de, no ano passado, também para Daniel Filho, ter feito a música de “Tempos de paz” (a versão para o cinema da peça de Bosco Brasil, com Tony Ramos e Dan Stulbach como protagonistas).
O resultado nas salas de cinema prova que valeu a insistência do diretor. No “desenho do personagem” que Gismonti fez para a música de “Chico Xavier” há três fases bem distintas. Ruídos sinfônicos predominam no início da história, quando o garoto e seus parentes ainda não entendem e tratam com algum temor os sinais de mediunidade; pequenas melodias que aos poucos vão se impondo, a partir do momento em que Chico Xavier domina seus poderes; e, no fim, “só melodias lindas”. Entre essas, em meio às composições originais, estão um trecho de “Clair de Lune”, de Claude Debussy, e uma valsa que seu avô materno, Antônio Gismonti, escrevera para uma das filhas, “Ruth”.
- Acompanhando a vida de Chico Xavier, o que ele tinha de mais caro, amado? A mãe, depois a madrasta, as mulheres a quem ele tanto se ligava. Daí a ideia de usar essa valsa que meu avô fez para a minha mãe – esclarece Gismonti, que também usou de muitas lembranças de Carmo, no estado do Rio, onde nasceu, em 5 de dezembro de 1947, para se transportar a Pedro Leopoldo (nos arredores de Belo Horizonte) e Uberaba, onde o médium nasceu e viveu. – Os habitantes de Carmo fazem questão de dizer que são fluminenses, mas, tão próximos a Minas Gerais, o sotaque deles é mineiro, assim como muitas de suas tradições.
Diferentes sotaques e tradições têm convivido com Egberto Amin Gismonti desde sempre. Algo que explora em sua música inclassificável, misturando elementos clássicos, profundamente brasileiros (dos ritmos nordestinos aos pré-cabralinos, a partir de sua imersão na cultura dos índios do Xingu), jazz e o diabo a quatro. Filho de um árabe, que chegou ao Brasil vindo do Líbano criança, com uma descendente de italianos, ele seria mais uma prova da convivência pacífica de opostos.
- Afinal, a cultura italiana tem a coisa da mama, enquanto a árabe é patriarcal – diz Gismonti, que não vê surpresa entre o atual sucesso de “Chico Xavier” e o fato de, nos últimos tempos, sua música andar distante de palcos e lojas de discos brasileiros.
- Tenho 64 álbuns e, hoje, meu intuito não é mais produzir disco para vender, não tenho o menor interesse no mercado, e sim em fazer a minha música – diz Gismonti, que, numa inédita associação, hoje, através do selo Carmo, é coprodutor de suas gravações na gravadora alemã ECM. – Por quase dois anos, estudei direito autoral com dois dos maiores conhecedores do assunto no Brasil e desde então administro todos os detalhes de minha carreira.
Como sócio de seus fonogramas, meses após a ECM distribuir seus discos para mais de 40 países, Gismonti tem o direito de fazer o que quiser com eles. Para o Brasil e demais países da América do Sul, planeja distribui-los gratuitamente em seus concertos. É o que deve acontecer com último, o duplo “Saudações”, que num CD traz o tema ” Sertão Veredas: tributo à miscigenação”, com acompanhamento de uma orquestra cubana, e no outro, duos com seu filho, o também violonista e compositor Alexandre Gismonti. Este, mais um motivo de prazer e orgulho, ao lado da filha Bianca, pianista no Duo GisBranco.
Fonte: O Globo

RIO – O filme “Chico Xavier” continua no topo das bilheterias nacionais pela terceira semana consecutiva , após atingir a marca de 2.005.072 espectadores . Apenas no último fim de semana, o drama de Daniel Filho teve renda de R$ 3,1 milhões e 304,2 mil ingressos vendidos, firmando-se como o primeiro grande sucesso nacional do ano. A queda em relação ao fim de semana anterior foi de 30%. As informações são do boletim Filme B.

A animação “Como treinar o seu dragão”, da DreamWorks, se mantém em segundo lugar no ranking, com renda de R$ 2,1 milhões e 248 mil pagantes. A versão 3D é responsável por 34% do público e 48% da renda, com média de 866 espectadores por sala neste fim de semana. Na terceira posição, está “O caçador de recompensas”, com cerca de 150 mil ingressos vendidos e renda de R$ 1,5 milhão.

O filme adolescente “As melhores coisas do mundo”, de Laís Bodanzky, estreou em quinto lugar, com 52,7 mil ingressos vendidos e renda de R$ 520 mil. “Zona verde”, estreou em nono lugar, o drama “Vidas que se cruzam” ficou em 16º, e a animação da “Mary e Max” estreou em 17º.

Vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro, “O segredo dos seus olhos” registrou crescimento de 5%, com público acumulado de 197 mil espectadores. “Avatar”, já com mais de nove milhões de ingressos vendidos, apresentou alta de 10%, sendo que a versão 3D cresceu 5% e alcançou média de 937 espectadores por sala.
Fonte: O Globo

Desde o dia 2 de abril, quando estreou o filme “Chico Xavier”, de Daniel Filho _ bem no dia em que o médium completaria 100 anos _ a lotação das salas de Caxias do Sul atestam o recorde batido pelo longa. No primeiro final de semana, cerca de 590 mil brasileiros assistiram à cinebiografia e mais de 1,3 milhão de pessoas a viram em 10 dias de exibição, conforme divulgou a distribuidora Downtown. O filme já é a maior bilheteria do cinema nacional nos três primeiros dias de exibição, desde 1995.

A sessão de estreia e as do primeiro final de semana lotaram, conforme a administradora do GNC Cinemas do Shopping Iguatemi Caxias, Vanessa Varela. E quase todas as exibições noturnas realizadas na última semana estiveram praticamente cheias.
- Chico Xavier está sendo nosso carro-chefe. Saímos de uma sala de 240 lugares para uma maior em função da procura – declara Vanessa.
Mais de 5,7 mil pessoas assistiram o filme “Chico Xavier” no GNC em Caxias, desde sua estreia até o último domingo.

Babiana Mugnol – ClicRBS